Hugo Basaúla: “Se não fosse piloto, talvez fosse jogador de futebol… está no meu ADN”

By on 5 Abril, 2020

20 perguntas de resposta rápida foi o desafio que colocámos a Hugo Basaúla.

“22/02/1989 em Lisboa.”

“Podemos dizer que sim.”

“Jogar golfe.”

Fora das motos, que outro desporto acompanhas como fã?

“Basquetebol, golfe e Fórmula 1. Gosto muito de desporto.”

Se não fosses piloto, qual o desporto que escolhias para fazer competição?

“Provavelmente seria jogador de futebol… é o que está no meu ADN.”

Para ti, o mais importante na vida é…

“Obviamente que ao longo da vida as prioridades vão mudando. Neste momento, diria que é ter saúde e estarmos rodeados da nossa família.“

Se um dia pudesses ser uma estrela mundial, quem escolhias ser?

“Não queria ser como ninguém. Mas admiro muita gente, vários actores e atletas com quem me cruzei.”

Qual foi a primeira prova da tua carreira?

“1995, campeonato nacional de Motocross Infantis em Barcelos.”

Utilizas o número 22 no Enduro por que motivo? E o 747 no Supercross?

“O 22 foi o meu primeiro número que usei nos Iniciados depois de ter voltado do Canadá. O 747 vem do avião Boeing 747. É engraçado, desde que fui para a Motogomes em 1999, tem sido sempre o meu mecânico Luís Pedro a escolher os meus números.”

Ídolo a nível nacional?

“Tenho de dizer que foi o Sandro Marcos. Poderia dizer o Paulo Gonçalves também (eu era muito novo quando fomos colegas de equipa). Mas o Sandro foi dos pilotos com quem mais aprendi… e até hoje temos uma relação muito boa.“

Piloto preferido a nível internacional?

“James Stewart.”

A pista que mais gostas?

“Lacapelle Marival em França.”

A pista que menos gostas?

“Casais de S. Quintino.”

Como piloto, diz-nos um ponto forte e um ponto fraco teu?

“Ponto forte é a facilidade em adaptar-me a diferentes obstáculos. O ponto fraco é afinar suspensões.”

Quem é (ou foi) a pessoa mais importante na tua carreira?

“Sem dúvida, o Paulo Gomes.”

Imagina que te era dada a hipótese de treinar um dia inteiro com qualquer piloto nacional ou mundial. Quem escolhias?

“Tendo em conta que passei algum tempo com o 10 vezes campeão do mundo, Stefan Everts… sinto-me realizado em relação a isso.”

Tens alguma superstição ou ritual antes de começar uma corrida?

“Não.”

Até hoje, qual foi a corrida da tua vida?

“Tenho várias memórias boas, por exemplo o pódio na Rookies Cup em Lommel à frente do Glenn Coldenhoff. Aos 17 anos nunca ter corrido em nenhuma prova importante, nunca ter feito uma prova do Europeu… e estar na montra do mundo inteiro… conseguir um pódio foi brutal. Psicologicamente foi muito duro, tinha muitos preconceitos e não conhecia ninguém.
Alem disso, obviamente o Motocross das Nações em Assen em 2019 foi bom individualmente.”

Qual o jovem piloto que achas que pode vir a ser uma futura “estrela” da modalidade?

“Ia mesmo dizer o Brian Moreau. O Liam Everts também.”

Se te dessem a possibilidade de testar uma moto de um piloto de fábrica (da atualidade ou do passado), que moto escolhias?

“Qualquer uma das motos de Supercross do James Stewart. Só porque parecem ser ‘inguiáveis‘…”

Que corrida ou campeonato sonhas um dia ganhar?

“Neste momento, quero ser campeão nacional de Enduro com o Team Racespec. Em relação as outras competições, continuar a ser o mais competitivo possível no SX Tour, no campeonato alemão e nas provas internacionais de Supercross.”

A quem gostarias de agradecer?

“Quero agradecer, a todos os meus patrocinadores que tudo fizeram para que pudesse fazer mais uma época nas melhores condições. Vamos aguardar por dias melhores para todos. O importante é o mundo recuperar. Fiquem em casa.”

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